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Rodagem - Workpédia

 
Rodagem


  • Ato ou efeito de rodar: carro com trinta mil quilômetros de rodagem.

  • Conjunto de rodas de uma máquina ou de quaisquer mecanismos.

  • Raio da roda de automóvel, que serve como medida de pneumáticos; rodado.

  • Mecânica Operação de acabamento que consiste em desgastar por atrito, a fim de alisar e fazer desaparecerem as estrias de usinagem de uma peça mecânica.

  • Mecânica Funcionamento controlado de um motor novo, durante o qual as peças friccionantes sofrem levíssimo desgaste, cujo resultado é o ajustamento perfeito entre elas. (Dá-se popularmente o nome de amaciamento.)

  • Estrada de rodagem, aquela em que transitam carros automóveis; rodovia, auto-estrada.
  • Assuntos relacionados a Rodagem

    Departamento de Estradas de Rodagem do ES reabre inscrições para 302 vagas

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Vc já viu os mais de sessenta subtrações de f h c que foram abafados?

    Sim, contribuição da nossa companheira andarilha, vbejam antes que elles excluam minha pergunta. FHC e os mais de 60 roubos históricos, exorbitantes, de bilhões....abafados.... 1- - SIVAM Logo no início da gestão de FHC, denúncias de corrupção e tráfico de influências no contrato de US$ 1,4 bilhão para a criação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) derrubaram um ministro e dois assessores presidenciais. O presidente dos EUA mandou seu assessor paraapoiar a candidatura de FHC e ganhou, de quebra, o Sivam, para uma empresa financiadora de sua campanha; Mas a CPI instalada no Congresso, após intensa pressão, foi esvaziada pelos aliados do governo e resultou apenas num relatório com informações requentadas ao MinistérioPúblico. 2- - Pasta Rosa:Pouco depois, em agosto de 1995, eclodiu a crise dos bancos Econômico (BA), Mercantil (PE) e Comercial (SP). Através do Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer), FHC beneficiou com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico numa jogada política para favorecer o seu aliado ACM. A CPI instalada não durou cinco meses, justificou o "socorro" aos bancos quebrados e nem sequer averiguou o conteúdo de uma pasta rosa, que trazia o nome de 25 deputados subornados pelo Econômico. 3- - Precatórios: Em novembro de 1996 veio à tona a falcatrua no pagamento de títulos no Departamento de Estradas de Rodagem (Dner). Os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor destes precatórios para a quadrilha que comandava o esquema, resultando num prejuízo à União de quase R$ 3 bilhões. A sujeira resultou na extinção do órgão, mas os aliados de FHC impediram a criação da CPI para investigar o caso. 4- - Compra de votos: Em 1997, gravações telefônicas colocaram sob forte suspeita a aprovação da emenda constitucional que permitiria a reeleição de FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre, teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do projeto do governo. Eles renunciaram ao mandato e foram expulsos do partido, mas o pedido de uma CPI foi bombardeado pelos governistas. O conluio entre a grade mídia privada e o governo de FHC impediu que houvesse CPI da compra de votos; 5- - Desvalorização do real: Num nítido estelionato eleitoral, o governo promoveu a desvalorização do real no início de 1999. Para piorar, socorreu com R$ 1,6 bilhão os bancos Marka e FonteCidam - - ambos com vínculos com tucanos de alta plumagem. A proposta de criação de uma CPI tramitou durante dois anos na Câmara Federal e foi arquivada por pressão da bancada governista. 6- - Privataria: Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas entre Luis Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações, e André Lara Resende, dirigente do banco. Eles articulavam o apoio a Previ, caixa de previdência do Banco do Brasil, para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o tucano Pérsio Árida. A negociata teve valor estimado de R$ 24 bilhões. Apesar do escândalo, FHC conseguiu evitar a instalação da CPI. 7- - CPI da Corrupção: Em 2001, chafurdando na lama, o governo ainda bloqueou a abertura de uma CPI para apurar todas as denúncias contra a sua triste gestão.Foram arrolados 28 casos de corrupção na esfera federal, que depois se concentraram nas falcatruas da Sudam, da privatização do sistema Telebrás e no envolvimento do ex-ministro Eduardo Jorge. A imundície no ninho tucano novamente ficou impune. 8- - Eduardo Jorge: Secretário-geral do presidente, Eduardo Jorge foi alvo de várias denúncias no reinado tucano: esquema de liberação de verbas no valor de R$ 169 milhões para o TRT-SP; montagem do caixa- dois para a reeleição de FHC; lobby para favorecer empresas de informática com contratos no valor de R$ 21,1 milhões só para a Montreal; e uso de recursos dos fundos de pensão no processo das privatizações. Nada foi apurado e hoje o sinistro aparece na mídia para criticar a "falta de ética" do governo Lula. 9- - E apesar disto, FHC impediu qualquer apuração e sabotou todas as CPIs. Ele contou ainda com a ajuda do procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, que por isso foi batizado de "engavetador-geral". Dos 626 inquéritos instalados até maio de 2001, 242 foram engavetados e outros 217 foram arquivados. Estes envolviam 194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e ex-ministros e em quatro o próprio FHC.Nada foi apurado, a mídia evitou o alarde e os tucanos ficaram intactos.Lula inclusive revelou há pouco que evitou reabrir tais investigações - - deve estar arrependido dessa bondade! (um grave erro, diga-se de passagem, porque acabou sendo conivente). 10- - Vale do Rio Doce- - Nunca devemos nos esquecer que a Cia. Vale do Rio Doce foi vendida por R$ 3 bilhões de reais, financiados pelo BNDES, e hoje vale mais de 60 bilhões, de dólares., sem investimento no período que justifique tal valorização. Ou seja o brasileiro foi roubad

    Governo de SP autoriza 146 vagas no Departamento de Estradas e Rodagem


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