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Ruídos - Workpédia

 
Ruídos
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[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Porque a Grande Mídia não mostrou a onde de perseguições contra os cristãos na Índia?

VEJA ESTES EXEMPLOS DO QUE TÊM ACONTECIDO RECENTEMENTE Uma cruel perseguição movi­da por extremistas hindus contra a comunidade cristã em Orissa, na Índia, iniciada no dia 24 de agosto, resultou em um mês de completo caos na região. Segundo estimativa da agência Asianews, procedentes do All Índia Chris­tian Councill, além de centenas de mortos, há mais de 18 mil feri­dos, 178 templos destruídos, mais de 4,6 mil casas incendiadas e 13 escolas e centros sociais vandali­zados. Mais de 50 mil cristãos fo­ram obrigados à fuga para salvar suas vidas. Os ataques tiveram como justificativa a falsa acusação dos hindus de que cristãos foram res­ponsáveis pelas mortes do líder religioso Swami Lakshmananda Saraswati e quatro de seus discí­pulos, ocorridas em 23 de agos­to. Apesar de os maoístas, co­munistas seguidores da doutrina política do falecido líder chinês Mao Tse-Tung, terem assumido a autoria dos crimes, a perseguição não diminuiu, mas serviu como pretexto para a deflagração da violência. Especialistas afirmam que o surto de violência anticristã no país seja o pior em 60 anos de independência. Apesar da revolta promovida pelos fanáticos, aproximadamente 13 mil pessoas encontraram abrigo em campos de refugiados mantidos pelo governo, mas desprovidos de itens básicos como água e alimentação de boa qualidade e instalações adequadas. Outros cristãos preferiram se esconder nas florestas vizinhas, inclusive há relatos de corpos insepultos espalhados pelas florestas, montes e vilarejos distantes. Os fugitivos também testemunharam a morte de pessoas na presença de seus familiares, esposas e filhos. As propriedades dos que conseguiam salvar a vida foram saqueadas e to­dos os veículos, queimados. Dois homens que tentaram escapar dos perseguidores foram assassinados e cortados em pedaços. Um deles havia sido capturado pelos radicais hindus no distrito de Kandhamal, no dia 20 de setembro, enquanto fugia junto com a esposa para um campo de refúgio. A casa dele foi incendiada. A outra vítima era da localidade de Nilungia, situada no estado de Orissa. O corpo dele foi encontrado aos pedaços, colocado em um saco e jogado num brejo. Os sobreviventes disseram que a fuga para a capital do Estado foi necessária porque as autoridades se portaram como meras especta­doras da tragédia que se abateu em Orissa. "Os extremistas hindus destruíram toda a infra-estrutura de comunicação em Kandhamal, incluindo redes de celular. Eles também bloquearam algumas es­tradas com árvores e pedras", rela­tou um advogado que pediu para seu nome não ser revelado. Em Orissa, 28% da população se declara cristã, a maioria evangélica. A revolta dos militantes hindus também chegara aos estados de Chhattisgar, Madhya Pradesh, Karnataka e Kerala. (Jornal Mensageiro da Paz - Novembro de 2008)

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Parabéns religiosos,mais 400 mortos na Nigéria,todos em nome da defesa de suas crenças primitivas.Satisfeitos?

Saldo de mortos em confrontos na Nigéria sobe para cerca de 400 Por Randy Fabi JOS, Nigéria (Reuters) - Os moradores da cidade de Jos, no centro da Nigéria, levaram mais corpos à principal mesquita local neste domingo, elevando o saldo de mortes em dois dias de confrontos entre muçulmanos e grupos cristãos para cerca de 400 pessoas. Grupos rivais étnicos e religiosos queimaram casas, lojas, mesquitas e igrejas. A luta foi motivada por uma disputada eleição na cidade, que fica na encruzilhada do norte muçulmano e do sul cristão do país. É o pior distúrbio na Nigéria em anos. Murtala Sani Hashim, que tem registrado os mortos à medida que são levados à principal mesquita da cidade, disse à Reuters ter listado 367 corpos e que mais estavam chegando. Dez cadáveres envolvidos em cobertores, dois deles crianças, jaziam a seu lado. Um médico de um dos principais hospitais da cidade disse ter recebido 25 corpos e 154 feridos desde o início do conflito. "Feridas de tiro e de faca, essas são as duas principais", disse à Reuters o Dr. Aboi Madaki, diretor de serviços clínicos do Jos University Teaching Hospital. Especula-se que o saldo total deve ser maior, já que algumas vítimas já foram enterradas e outras levadas para outras clínicas. A violência parecia ter perdido força neste domingo. Soldados faziam patrulhas a pé e em jipes para aplicar um toque de recolher de 24 horas imposto nas áreas mais afetadas. As pessoas que se aventuravam fora de casa andavam com as mãos erguidas para mostrar que estavam desarmadas. "Ainda estão recolhendo corpos do lado de fora. Algumas áreas não podiam ser alcançadas até agora", afirmou Al Mansur, um fazendeiro de 53 anos que disse que todos os lares próximos do seu foram devastados. Veículos tombados e incinerados lotavam as ruas. Várias igrejas, um quarteirão de residências e uma escola islâmica em uma vizinhança foram destruídos pelo fogo. A Cruz Vermelha disse que cerca de sete mil pessoas deixaram suas casas e se abrigavam em edifícios do governo, instalações do Exército e centros religiosos. Um alto funcionário da polícia disse que cinco bairros foram atingidos pelos distúrbios e 523 pessoas foram presas.

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