Dicionário OnLine Workpédia

Século - Workpédia

 
Século


  • Período de cem anos, que se conta a partir de um ponto cronologicamente determinado, chamado era.

  • Época célebre por causa de um grande homem, de uma grande descoberta etc.: o século de Péricles; o século do átomo.

  • Tempo em que se vive: é um homem do seu século.

  • Teologia O mundo considerado do ponto de vista de suas vaidades: viver no século.

  • Fam. Tempo considerado excessivamente longo: faz um século que não nos vemos.

  • Pelos séculos dos séculos, eternamente.
  • Assuntos relacionados a Século

    [ Amigos ] Pergunta aberta : Falta trabalho ou falta atitude?

    Não é o conhecimento, ou mesmo a habilidade o que diferencia um ótimo profissional de um comum. Trata-se fundamentalmente de uma atitude pró-ativa perante o mundo. Os empregos não têm crescido e em diversos setores diminuem. Uma das questões é a tecnologia, a mecanização, a robotização. Em alguns outros setores como telemarketing, sistemas de entregas, vendas diretas estão aumentando. Porém, na média a coisa não anda bem, no mundo inteiro na ótica da geração de empregos. Intrigantemente, por outro lado, é muito difícil encontrarmos um empresário ou dirigente de empresas feliz com o empenho, a dedicação e a performance do seu quadro de colaboradores. E, esse é um fenômeno antigo. Pareto, um cientista italiano no século passado, descobriu uma relação terrível de causa e efeito no mundo: a curva de Pareto ou a relação 80x20. Significa que 80% dos resultados são gerados por apenas 20% dos agentes. Chega a ser revoltante, mas, ao longo de toda uma vida como executivo e professor, pude constatar que: 20% dos vendedores de uma empresa geram 80% das vendas; 20% dos revendedores de uma empresa obtém 80% dos melhores negócios; 20% dos produtores rurais de qualquer cidade ou cooperativa do país geram 80% da produção; 20% dos alunos de uma classe são brilhantes e 80% vão da média para o insatisfatório. E, falta emprego!!!??. Onde o emprego existe, costumamos carregar cerca de 80% das pessoas com performance medianas e abaixo da média. Qual a causa desse efeito horroroso da curva de Pareto? Penso ser a atitude! Verifico que as pessoas que se encontram no lado medíocre do desempenho têm, acima de tudo, uma atitude errada perante a vida. Ou melhor, uma falta de atitude. Reparo que não é o conhecimento, ou mesmo a habilidade o que diferencia um ótimo profissional de um comum. Trata-se fundamentalmente de uma atitude pró-ativa perante o mundo. Mais do que tudo, a pessoa ou o profissional que toma para si a responsabilidade pelos resultados que colhe ao longo das suas experiências de vida. Dessa forma observo muitas pessoas em ótimas organizações com bons empregos, com possibilidades ótimas de crescimento, jogarem isso fora de maneira infantil como a criança que perde o encanto pelo brinquedo novo. Começam a reclamar da vida, do chefe, da economia, do concorrente, do cliente, do fornecedor. Nada presta em volta. E, a responsabilidade pelos seus resultados costuma ser sempre culpa do outro. Ou do azar! Por outro lado, aquele grupo dos 20% que resulta em 80% do que é produzido, lida bem com a adversidade, é criativo e transforma "lixo em luxo". Ou seja, faz do obstáculo uma ponte para o progresso. Tomam o destino próprio, da empresa ou de uma comunidade nas suas mãos e criam valor, geram riqueza onde antes só havia deserto. Acredito cada vez menos nas pessoas que não assumem definitivamente para si mesmas a relação total entre causa e efeito, o livre arbítrio, no comando e em tudo o que conseguem nas suas vidas. A colheita é o resultado da sua atitude! José Luiz Tejon Megido é autor do livro "O Vôo do Cisne", professor de MBA de marketing e vendas da ESPM e mestre em educação, artes e história da cultura -- "Tudo tem seu apogeu e seu declínio... É natural que seja assim,todavia,quando tudo parece convergir para o que supomos o nada,eis que a vida ressurge,triunfante e bela... Novas folhas, novas flores,na infinita benção do RECOMEÇO." (Chico Xavier) Uma beijoca pra vocês, fiquem com Deus, Josephine.

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Um alcoólatra é um pecador, ou um doente que precisa de ajuda?

    Vemos aqui quase todo dia os fundamentalistas citando, fora de seu contexto, o celebre versículo 9 da I Carta de S.Paulo aos cristãos de Corinto. Adoram mandar os outros para o inferno com base nesse verso que dizia respeito aos cristãos daquela cidade há 2 mil anos atrás. Logicamente que a moral cristã deve ser respeitada, não defendo aqui nem homicidas nem matricidas, estes são punidos pela lei do Estado moderno e pelo decálogo de Moisés. Os idólatras, bem adoram nos mandar pro inferno por causa da imagem de Nossa Senhora de Aparecida, que na visão curta e grossa deles, é um ídolo, comparável aos deuses cultuados pelos gregos de Corinto. Os homossexuais eu nem vou entrar no mérito haja vista as declarações do papa a respeito a quem devo seguir, embora o que se condene sejam as praticas do homossexualismo como agressões à ordem natural das coisas como foram criadas por Deus. Mas os alcoólatras são pessoas doentes, o alcoolismo é uma droga, comparável à cocaína,à morfina, à nicotina e outras inas, não listadas no verso Paulino. Aos nossos olhos de século 21 e diante de toda pregação de misericórdia do Evangelho de Cristo, não faz sentido algum qualquer pecabilidade aos portadores dessa terrível e devastadora doença que é o alcoolismo. Antes de mandarem os alcoólatras para o inferno haveríamos de levantá-los deste abismo, ajudando e promovendo ações que visem seu reingresso na sociedade e a cura desta nefasta doença. Porque doentes não são pecadores, assim como não cabe a nenhum de nós condenar ninguém. . Porque tantos adoram condenar a muitos, e se esquivam de perdoar e ajudar aos que caíram , em nome do Cristo que é amor e misericórdia?

    [ Política ] Pergunta aberta : Ainda Israel/Palestina: Quem são os verdadeiros interessados na política de guerra? ?

    Antes de mais nada, se você acha que três páginas caracteriza um texto muito longo, lamento por você. É só apertar a setinha para voltar à página anterior e escolher uma questão de 4 palavras no máximo, para não cansar seu cérebro. Ahem, dito isto, gostaria de ver adendos e opiniões ao texto abaixo. Achei interessante, saindo da mesmisse. -------------- "É assim que estão as coisas em Israel. Opor-se à paz é sempre atitude legítima e patriótica; opor-se à guerra é traição, atitude antipatriótica e deve ser combatida. Podem debater o custo da paz eternamente; ninguém ouvirá uma palavra sobre o custo da guerra. Movimentos pacifistas são censurados. Movimentos pró-violência são estimulados". Gideon Levy, jornalista israelense do Haaretz, em 2/1/2009. http://www.haaretz.com Por favor, preste bem atenção nas próximas linhas. Seja quem for você, leia-me até o ponto final. Depois, tire suas conclusões. Mas o faça como um magistrado, alguém convencido de que o mal não tem defesa, mesmo quando praticado por nossos irmãos. Pois se admitirmos, ainda que por reles miopia, que os NOSSOS tudo podem e os outros, meros inimigos, nunca têm razão então estaremos contribuindo para a mais rápida destruição da humanidade - ou para o apocalipse já, como pressagiam as escrituras bíblicas. Você já deve imaginar a que me refiro: ninguém de bom senso, seja quem for, pode aceitar em silêncio o novo holocausto, desta vez da lavra de quem ainda tem as cicatrizes escarlates de perversidades que julgávamos extirpadas da face da Terra. Os bombardeios letais que ameaçam e atingem por igual a um milhão e meio de seres humanos na Faixa de Gaza, convertida num deplorável campo de concentração, são executados por militares israelenses, mas têm o patrocínio torpe da indústria bélica e se dá num contexto conspurcado por ingredientes da pior espécie. Mais ódio e sofrimento Ao apontar os grandes bruxos dessa nova tragédia, vale a advertência: o governo do desmoralizado premier Ehud Olmert, que está chegando ao fim, escolheu o pior caminho para pôr Barack Obama numa saia justa e comprometer seu governo com o que há de pior na guerra suja que faz da antiga "terra santa" um verdadeiro inferno. Errou também o ministro da Defesa, Ehud Barak, que transformou a matança dos palestinos de Gaza no trunfo de sua pretensão de assumir a chefia do governo de Israel com as eleições de fevereiro. Pelo que eu mesmo vi quando estive no Oriente Médio, em 2002, os israelenses e os árabes estão cansados de seis décadas de um conflito que nunca terá um vencedor. Naquele ano, o movimento "Paz Agora", com sede em Jerusalém e a participação de judeus e árabes, empolgava, sobretudo aos jovens israelenses, muitos dos quais recusavam-se ao serviço militar obrigatório de três anos. Defensor de uma solução com base na devolução aos árabes dos territórios invadidos a partir de 1967, o movimento chegou a reunir 500 mil pessoas numa das maiores manifestações já realizadas no Oriente Médio. Segundo Moises Storch, da coordenação do "Paz Agora", Israel gasta 30% do seu PIB com a segurança nacional. "E o medo do terrorismo só tem aumentado". Para Storch, que participou no Rio de uma manifestação contra a ocupação da Palestina, a tutela do povo palestino só trouxe prejuízos à sociedade israelense: "Somente em estradas construídas nas últimas quatro décadas nos territórios ocupados, Israel já gastou US$ 50 bilhões. Enquanto isso, as condições sociais foram se deteriorando a ponto de, hoje, um terço das crianças de Israel viverem abaixo da linha da pobreza". Sobre os bombardeios, o pacifista israelense lembrou:"Gaza tem a maior densidade demográfica do mundo e nenhuma área agricultável. Para essa região, a paz é a única alternativa viável". De fato, a população que vive nos 360 km2 desse território imprensado entre Israel e Egito reúne 4.200 pessoas por km2. Quem ganha com a guerra Mais do que qualquer outra motivação, a ofensiva israelense atende aos interesses da indústria bélica norte-americana, cujas ações caíram com a crise e podem desmoronar se Obama começar a trabalhar a retirada do Iraque, como prometeu em sua campanha. Israel é o maior comprador de armas nos Estados Unidos, mesmo sendo esse pequeno país também um grande fabricante, com um arsenal atômico próprio, instalado na região de Sakhnin (onde também estive), cuja população é de maioria árabe, como são, aliás, os moradores de 70 dos 210 municípios israelenses, inclusive Nazaré. A operação militar em Gaza tem revestimento político, mas é parte de uma situação desconfortável, que inclui os 7 milhões e 200 mil israelenses entre os que registram os maiores gastos militares per capita: 1.737 dólares anuais, 59 dólares a menos do que os norte-americanos, cujos orçamentos de guerra atingiram em 2007 o nível mais alto em termos absolutos desde a Segunda Guerra Mundial: desde a posse de Bush, em 2001, os EUA aumentaram seus gastos militares em 59%, atingindo quase 600 bilhões de dólares em 2007, isto é 46% de todo orçamento bélico mundial. Israel e Estados Unidos agem em sincronia. Na madrugada de ontem, o representante norte-americano vetou a aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, conclamando um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e no Sul de Israel. No mesmo instante, o presidente de Israel, Shimon Perez, rejeitava os apelos da Europa por uma trégua, enquanto seus soldados invadiam por terra e dividiam a Faixa de Gaza ao meio, recorrendo a uma outra perversidade típico das práticas nazistas de que os judeus foram vítimas: além da morte de mais de 500 palestinos desde os bombardeios iniciados no último dia 27, a população palestina está há vários dias sem luz e sem água, padecendo forte inverno sem aquecimento, o que provocará uma tragédia ainda maior. Alguns analistas garantem que o governo encabeçado por um premier trabalhista teria optado pelo massacre devido às pesquisas eleitorais que favoreciam o partido Likud, mais à direita. Pode até ser. Da minha part Da minha parte, prefiro acreditar que os israelenses como nação não chegaram ao absurdo de preferir aquele que matar mais palestinos, independentes de serem civis ou crianças inocentes. Outros dizem que o Fatah, à frente da chamada Autoridade Nacional Palestina, em conflito com o Hamas, majoritário em Gaza, e o presidente do Egito, Osmy Mubarack, que fechou a passagem para seu território, estariam facilitando os bombardeios de olho no enfraquecimento do grupo radical. Também acho que isso seria uma grande demonstração de miopia. O massacre do povo de Gaza pelos israelenses poderá levar à ampliação dos conflitos, particularmente no Líbano, onde os xiitas do Hezbollah aumentaram seu poderio bélico depois da aventura de Israel, em 2006. Como você viu, independente das agressões dos militantes do Hamas com foguetes de fabricação artesanal, o massacre em curso não é nada agradável para o povo israelense. Quando estive lá, percorrendo de Telaviv a Nazaré, o mar da Galiléia, indo a Jerusalém para alcançar Jericó, na Cisjordânia, dava pena ver aquele ambiente nervoso num dos pontos de maior potencial turístico do mundo. A guerra passou a ser o melhor negócio para políticos e empresários ambiciosos do sonhado "Lar Nacional Judeu". Mas, seguramente, o melhor para o povo seria o cumprimento da primeira decisão da ONU, que criou os dois Estados para dois povos, respeitando pelo menos as fronteiras anteriores à guerra dos seis dias, em 1967. Apesar de tudo, a PAZ é possível, até porque árabes e judeus se entendiam na luta contra o domínio estrangeiro, e só começaram a ter conflitos depois que o Barão de Rothschild passou a bancar a infiltração de colônias judaicas, nas primeiras décadas do Século XX, com claros propósitos de criar uma cabeça de ponte para interesses econômicos na região, onde o petróleo começava a jorrar. coluna@pedroporfirio.com FONTE: TRIBUNA ON LINE DE 5 DE JANEIRO DE 2009

    [ Sociologia ] Pergunta aberta : Em que século a origem do Ensino Superior originou-se?

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Para que serve A REENCARNAÇÃO se o planeta Terra, após "milhares de SÉCULOS" está cada vez mais VIOLENTO?

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : A oposição esta certa existe uma diferença muito grande entre F.H.C (BURGUES)e LULA (POVÃO)?

    Pelas barbas de Bin Laden, eu vi o homem! Desde a minha adolescência sou apaixonado pela energia cinética deste retirante nordestino, alçado no novo século ao píncaro dos palácios. Lembro bem de suas barbas hirsutas, de seu jeito desajeitado, sua cara suja e oleosa; seu semblante verdadeiro e puro, seu ar de anjo natural, de um ser fabricado com os tênues fios que afinam os instrumentos da orquestra que toca a sinfonia do universo. Sei dele desde menino, quando fundei um grêmio estudantil na escola. Fiz, em serigrafia, milhares de bandeiras vermelhas com uma estrela branca no meio, em 1989, e distribui pelos comitês de Brasília, louco para elegê-lo. O vi sofrer derrotas. O via como um vencedor que acabou de sofrer uma derrota e saiu ganhando, sempre. O via como um skatista, aprendendo com a queda: a cada tombo a certeza de que na próxima pegou a manha e não vai cair de novo; até acertar na veia. Via o povo dentro das fábricas, homens em cima de caminhões de som, gritos, palavras de ordem, rebeliões. E os poderosos engravatados, perfumados pela churume da insensibilidade social, obrigados a negociar com eles, aceitar algumas de suas exigências, dialogar. Via isso na TV como se estivesse nos grandes teatros clássicos, vendo desfilar sobre mim a história da minha civilização e a construção do meu conceito de civilidade. Na universidade, um dia vi o caminhão de som e os funcionários em protesto na reitoria. Era meu primeiro semestre. Os funcionários, os limpa-chão, os abre-portas, confabulavam, com os seus microfones em punho, usando palavras como exploração, patrão, data-base, greve, direitos, constituição, cidadania, corrupção, direita e esquerda, classe trabalhadora etc. Um léxico tão rico de significados, uma força tão pujante no espírito daqueles homens simples, meu Deus. E eu, na reitoria da universidade, vendo os funcionários de nível fundamental a parlamentar e pensando em Lula da Silva, o monoglota de Guaribas. O homem que colocou a palavra fome nas discussões internacionais. Sei dele também de sonhos vivos. Banhava-se numa banheira de âmbar, embora a mídia o descrevesse sempre imerso em fétida lama. Banhava-se, sobretudo, num pré-sal que contém uma substância consistente e nutritiva chamada povo, que alergia a mídia. Tinha um lapso de paixão pelos seus amigos intelectuais, gostava da gente técnica e cheia de conhecimento, mas era mesmo amante da sabedoria. E falava sempre de forma simples, como convém aos sábios e aos santos, e fazia sempre questão de ser compreendido. Diferentemente dos grandes jornais do meu país. Manchetes de hoje, 10 de dezembro: enquando isto o fernandinho estava fazendo pros graduação , e mais tarde como presidente letrado ficaria de quatro e entregaria todas as nossas riquezas e empresas extrategicas aos ianques norte -americanos é realmente a OPOSIÇÃO tem razão é muita DIFERENÇA.

    [ Conservação ] Pergunta aberta : ESTOU COM MEDO DO FUTURO! O QUE VAMOS DEIXAR P NOSSOS FILHOS?

    Carta escrita em 2070 (Amado terapeuta, cabe também a nós fazer algo para evitar essa situação) Estamos no ano de 2070, acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora. Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira. Agora devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água. Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a agua se utilizava dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDA DA AGUA, só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a agua jamais se podia terminar. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de agua indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água. A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozono que os filtrava na atmosfera. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte. A industria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário. Os assaltos por um bidão de agua são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética. Pela ressiquidade da pele uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40. Os cientistas investigam, mas não há solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigénio também está degradado por falta de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar que respiramos. 137 m3 por dia por habitante e adulto. A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar, não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos. Em alguns países ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exercito, a agua tornou-se um tesouro muito cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove, e quando chega a registar-se precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano tem sido severamente transformadas pelas provas atómicas e da industria contaminante do século XX. Advertia-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso. Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a agua que quisesse, o saudável que era a gente. Ela pergunta-me: Papá! Porque se acabou a agua? Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não tomámos em conta tantos avisos. Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível. Como gostaria voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar o nosso planeta terra!" Documento extraído da revista biográfica "Crónicas de los Tiempos" de Abril de 2002. Passe adiante esse artigo e todo o boletim da Humaniversidade.

    Página Anterior
    Página 1 de 18
    173 verbetes encontrados. Registros 1 até 10
     1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 

    Próxima Página (2)
    Workpédia