|
|
Séculos
Não encontramos definição para Séculos |
|
|
Assuntos relacionados a
Séculos |
|
[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Qual é o problema de criticar os vermelhos? ?
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Para que serve A REENCARNAÇÃO se o planeta Terra, após "milhares de SÉCULOS" está cada vez mais VIOLENTO?
[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : HITLER E GEORGE W BUSH?
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : foi por causa de uma das leis de Isaac Newton que Jesus foi crucificado?
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Maria, Mãe de Deus - Theotokos - título criado pelos cristãos (so responda se ler ate o final)?
Bom dia, e feliz 2009 a todos.
meu objetivo e apenas mostrar as pessoas de outras religioes e ate as catolicas que de alguma forma estão desinformadas sobre como deve ser visto Maria - Mãe de Deus. Espero que apos este texto, fique mais esclarecido o sentido dessa expressão, onde ela está correta, vista sob a forma correta.
se nao ler ate o final, dispenso a resposta.
A contemplação do mistério do nascimento do Salvador tem levado o povo cristão não só a dirigir-se à Virgem Santa como à Mãe de Jesus, mas também a reconhecê-la como Mãe de Deus. Essa verdade foi aprofundada e compreendida como pertencente ao patrimônio da fé da Igreja, já desde os primeiros séculos da era cristã, até ser solenemente proclamada pelo Concílio de Éfeso no ano 431.
Na primeira comunidade cristã, enquanto cresce entre os discípulos a consciência de que Jesus é o filho de Deus, resulta bem mais claro que Maria é a Theotokos, a Mãe de Deus. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem ?a Mãe de Jesus? e afirmem que ele é Deus (Jô. 20,28; cf. 05,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. mt. 01,22-23).
Já no século III, como se deduz de um antigo testemunho escrito, os cristãos do Egito dirigiam-se a Maria com esta oração: ?Sob a vossa proteção procuramos refúgio, santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós, que estamos na prova, e livrai-nos de todo perigo, ó Virgem gloriosa e bendita? (Da Liturgia das Horas). Neste antigo testemunho a expressão Theotokos, ?Mãe de Deus?, aparece pela primeira vez de forma explícita.
Na mitologia pagã, acontecia com freqüência que alguma deusa fosse apresentada como Mãe de um deus. Zeus, por exemplo, deus supremo, tinha por Mãe a deusa Reia. Esse contexto facilitou talvez, entre os cristãos, o uso do título ?Theotokos?, ?Mãe de Deus?, para a Mãe de Jesus. Contudo, é preciso notar que este título não existia, mas foi criado pelos cristãos, para exprimir uma fé que não tinha nada a ver com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, d?Aquele que desde sempre era o Verbo Eterno de Deus.
No século IV, o termo Theotokos é já de uso freqüente no Oriente e no Ocidente. A piedade e a teologia fazem referência, de modo cada vez mais freqüente, a esse termo, já entrado no patrimônio de fé da Igreja.
Compreende-se, por isso, o grande movimento de protesto, que se manifestou no século V, quando Nestório pôs em dúvida a legitimidade do título ?Mãe de Deus?. Ele de fato, propenso a considerar Maria somente como Mãe do homem Jesus, afirmava que só era doutrinalmente correta a expressão ?Mãe de Cristo?. Nestório era induzido a este erro pela sua dificuldade de admitir a unidade da pessoa de Cristo, e pela interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas ? divina e humana ? presentes n?Ele.
O Concílio de Éfeso, no ano 431, condenou as suas teses e, afirmando a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho, proclamou Maria Mãe de Deus.
As dificuldades e as objeções apresentadas por Nestório oferecem-nos agora a ocasião para algumas reflexões úteis, a fim de compreendermos e interpretarmos de modo correto esse título.
A expressão Theotokos, que literalmente significa ?aquela que gerou Deus?, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina. O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz Maria.
Proclamando Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja quer, portanto, afirmar que Ela é a ?Mãe do Verbo encarnado, que é Deus?. Por isso, a sua maternidade não se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana.
A maternidade é relação entre pessoa e pessoa: uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, MAS DA PESSOA QUE ELA GERA. Maria, portanto, tendo gerado segundo a natureza humana a pessoa de Jesus, que é a pessoa divina, é Mãe de Deus.
Ao proclamar Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Esta união emerge já no Concílio de Éfeso; com a definição da maternidade divina de Maria, os Padres queriam evidenciar a sua fé a divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir este título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do seu am
[ Participação Civil ] Pergunta aberta : Se existe o dia da Consciência negra? porque também não fazem dia da Consciência branca?
Esta pergunta pode parecer racista nao é?
Mais nao é!!!
Atualmente se fala muito em ?cotas? como se esse sistema fosse resolver os problemas dos negros.
Dos negros? É dos indios? Dos pobres? Das classes C,D,E a camada mais pobres que nao podem pagar
uma universidade para seus filhos?
Como teria sido a formação dessa pessoa no ensino fundamental e médio?
Ruim? Mal ? ou nem uma?
Investir na educação de base seria a melhor forma de acabar com a deficiência do ensino brasileiro,
tendo em vista que o sistema de ?cotas? pode se tornar mais uma forma de descriminação contra os
afros descendentes,
(que poderão ser taxados de incapazes para o ingresso no ensino superior)
Mesmo sabendo que nós brasileiros temos uma divida de três séculos ou mais para com os negros do
nosso país, sabe-se que é de grande urgência tomar uma atitude, mas talvez às ?cotas? não sejam a
solução.
Vamos aos fatos:) as ?cotas?, os negros entram nas universidades,
entretanto pairam as perguntas:
Como teria sido a formação dessa pessoa no ensino fundamental e médio?
Quando esses negros terminarem o curso superior, quem irá garantir a sua vaga no mercado de trabalho?
Serão inventadas cotas para o exercício da profissão também?
Tendo em vista que essa dicotomia que relaciona problema social ao racismo não se acabará,
passará a existir uma dicotomia renovada a de que o negro só tem uma formação acadêmica devido
às ?cotas?, iniciando uma nova dialética na tentativa de provar a capacidade intelectual, moral e social dos
afros descendentes.?
Esse não seria um problema mais econômico do que racista?
Ora, quem diz que se deve separar o que pertence ao negro do que pertence ao branco ao indio,
a os decendentes de japoneses,italianos,alemaes,poloneses?
Quem determina que ser negro é ser raça, e não que os negros estão incluídos na sociedade como todos os seres
humanos como todos os homem e mulheres com os mesmos direitos econômicos, sociais e culturais?
Quem cria a eqüidistância entra homens brancos e os homens negros?
Quem no Brasil pode se dizer puramente negro ou puramente branco?
Eu sou de familia Judia! Tenho negros na minha familia...
É por isso que me sinto a vontade para dizer que o racismo no país é fato,
mas não é substituindo responsabilidades econômicas para uma causa social que
poderemos solucionar o problema, transferindo o descaso da educação
(que é devido à má distribuição de renda no país)
para o problema racial, ao invés de se resolver a questão econômica.
O Estado se mostrando benevolente e voltado para as causas sociais se
dedicando em acabar com o racismo no país, tirando proveito de que grupos
de negros se apresentam como pessoas que lutam por uma causa muito importante
que é o combate ao racismo, lutando por igualdade social, porém se mostrando exclusivos,
diferentes no que diz respeito a desejarem coisas feitas para negros e não coisas produzidas
para pessoa em geral.
Dessa forma o próprio negro se rotula e cria o outro, se tornando ele (negro) mesmo
racista ao ponto de não aceitar o que vem a ser feito de forma aleatória para humanos,
sem separar onde termina um problema econômico e começa uma causa social e quando
os dois estão juntos e devem ser estudados juntos.
Portanto o sistema de ?cotas? não é a solução do problema racial no Brasil,
até porque tem todo um arcabouço social, cultural e econômico que envolve
o problema de racismo no Brasil, esse sistema pode ou não ajudar, mas com
certeza não é a solução do racismo em nosso país.
Então por que desde já, não se começa a investir na educação de base,
de forma que, todos tenham acesso a ela,
(NEGROS, BRANCOS, POBRES, INDIOS, IMIGRANTES e DECENDENTES),
para que cheguem ao ensino superior em igual condição a todos sem que sejam necessárias
as ?cotas? para que negros tenham possibilidades de freqüentar uma universidade e para que
quando terminem o curso superior o mercado de trabalho esteja aberto para os receberem sejam
ricos ou pobres, negros ou brancos, ou de qual quer linha social de que venha a sua descendência.
Acredita-se que as ?cotas? geram conflito entra as pessoas ao contrario do que se acha que facilitara
a convivência entra ?Negros e Brancos? dentro de uma sociedade "brasileira" sem raça e sem cor, isso não resolve
e segundo a antropóloga Yonne Magie, profª.: UFRJ afirma que no lugar de cotas para ?Negros? deve-se
abrir vagas nas escolas para todos, e não é só vagas, mais sim, investir na educação de base para que
se tenha uma educação de qualidade e não de quantidade. A antropóloga fala também que ?falar em ?raça?
é tentar apagar o fogo com gasolina, as ?cotas? é um cala-boca para a sociedade e a comunidade negra do
país?, com tantos problemas sociais e econômicos no país querer resolver os problemas de racismo
através das ?cotas? não é a solução podendo ser um paliativo mais não resolvera a crise do racismo no
Bras
Joaco V,eu sofro preconceito por ser de familia judia imagina um negro?
[ Software ] Pergunta aberta : TEM COMO CRIAR UM CD DE BOOT DO XP A PARTIR DA PASTA DO WINDOWS?
Destruição do habitat ameaça o peixe-boi amazônico
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Religião é o homem forte domando o homem fraco...?
O homem Jesus Cristo, culto e sábio, discípulo dos homens de ciência da sua época, tentou em vão, salvar da ignorância e do culto ao sobrenatural, uma humanidade cega da realidade natural, pois ele, Jesus, valorizava e reconhecia, como única e certa, as verdades naturais, e, portanto científicas, em uma época onde a verdade, melhor aceita, pertencia a um mundo sobrenatural. A religião, torcendo os fatos, prega uma imagem forjada da pessoa humana que realmente foi esse homem de ciência do Velho Mundo chamado Jesus Cristo. Portanto a verdadeira luta de Jesus Cristo foi para acabar com o que ele chamava de costumes pagãos da época, e ainda muito praticados hoje, por todas as religiões.
Se Jesus Cristo fosse um homem do século XXI diria o seguinte:
Da religião ?Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecharam seus olhos; para que não vejam com os olhos da razão, e ouçam com os ouvidos dos lúcidos, e compreendam com o coração dos homens de ciência, e se convertam para minha verdadeira verdade, e eu os cure da ignorância natural.?
Da ciência: ?Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos porque ouvem. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós verdes e não o viram; e ouvi o que vós ouvis, e não o ouviram.?
Havia ciência na antiguidade
Alexandria é uma cidade ao norte do Egito, situada a Oeste do delta do rio Nilo, às margens do Mar Mediterrâneo. É o principal porto do país, a principal cidade comercial e a segunda maior cidade do Egito. Tem 3,5 milhões de habitantes (2001).
A cidade ficou conhecida por causa do empreendimento de tornar-se, na antigüidade, o centro de todo conhecimento do homem, com a criação da Biblioteca de Alexandria.
Possui vastas instalações portuárias(embarque de algodão). A parte ocidental do porto ocupa cerca de 900ha e a parte oriente constitui o porto de pesca. Entre estas duas docas está localizada a cidade maometana, com ruas estreitas e bazares.
Possui uma universidade e uma escola superior árabe. É a metrópole do comércio egípcio do algodão e centro de inúmeras indústrias. Tem refinaria de petróleo, central térmica, praia e aeroporto.
Escola de Alexandria:
"A Escola de Alexandria durou vários séculos (do final do século IV a.C. até o VII d.C.), e durante esse período teve alguns momentos de glória. (...). Alexandre Magno morreu no ano de 323 a.C., e nessa data se estabeleceu o início da dinastia dos Ptolomeus (iniciada por Ptolomeu I, um general de Alexandre que proclamou a si mesmo Imperador). O maior promotor da Escola, entretanto, foi Ptolomeu II (que governou o Egito de 285 a 246 a.C.). Ele é tido como o protetor das letras e um administrador eficiente (a ele se atribui a construção do farol ? tido como uma das maravilhas do mundo antigo). Foi depois dele, em 145 a.C., que ocorreu a primeira depredação da Escola. Ela foi saqueada, como represália, em uma guerra civil.
Reestruturada, reencontrou um novo auge, e também o seu infortúnio, no século primeiro antes de Cristo. Nesse período, foi Cleópatra (que nasceu em 69 a.C. e morreu em 30 a.C., e que foi a última linhagem dos Ptolomeus) quem governou o Egito" (SPINELLI, Miguel. Helenização e Recriação de Sentidos. A Filosofia na Época da Expansão do Cristianismo - Séculos II, III e IV. Porto Alegre: Edipucrs, 2002, cap. VII).
História da biblioteca de Alexandria
Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II do Egito, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Falero sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2003 próxima ao sítio da antiga.
Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 d.C. foi destruída num incêndio acidental (acreditou-se durante toda a Idade Média que tal incêndio houvesse sido causado pelos árabes).
Conta-se que um dos incêndios da lendária biblioteca foi provocado por Júlio César. Em caçada ao seu inimigo de Triunvirato (formado por César, Pompeu e Crasso), Pompeu, César deparou com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra. Pompeu foi decapitado por um dos tutores do jovem Ptolomeu, e sua cabeça foi entregue a César juntamente com o seu anel. Diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar.
Apaixonando-se perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse escapar de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio alastrou-se e atingiu uma parte da famosa biblioteca.
A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Aten
...Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros.
A lista dos grandes pensadores que freqüentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta.
Os grandes nomes da Alexandria antiga
Euclides: matemático, quarto século a.C. O pai da geometria e o pioneiro no estudo da óptica. Sua obra Os Elementos foi usada como padrão da geometria até o século XIX.
Aristarco de Samos: astrônomo, terceiro século a.C. O primeiro a presumir que os planetas giram em torno do Sol. Usou a trigonometria na tentativa de calcular a distância do Sol e da Lua, e o tamanho deles.
Arquimedes: matemático e inventor, terceiro século a.C. Realizou diversas descobertas e fez os primeiros esforços científicos para determinar o valor do pi (?).
Calímaco(c. 305-c. 240 a.C.): poeta e bibliotecário grego, compilou o primeiro catálogo da Biblioteca de Alexandria, um marco na história do controle bibliográfico, o que possibilitou a criação da relação oficial (cânon) da literatura grega clássica. Seu catálogo ocupava 120 rolos de pariro.
Eratóstenes : polímata (conhecedor de muitas ciências) e um dos primeiros bibliotecários de Alexandria, terceiro século a.C. Calculou a circunferência da Terra com razoável exatidão.
Galeno: médico, segundo século d.C. Seus 15 livros sobre a ciência da medicina tornaram-se padrão por mais de 12 séculos.
Herófilo: médico, considerado o fundador do método científico, o primeiro a sugerir que a inteligência e as emoções faziam parte do cérebro e não do coração.
Hipátia: astrônoma, matemática e filósofa, terceiro século d.C. Uma das maiores matemáticas, diretora da Biblioteca de Alexandria; por ser pagã, foi assassinada, sofrendo linchamento, a mando de São Cirilo.
Ptolomeu: astrônomo, segundo século d.C. Os escritos geográficos e astronômicos eram aceitos como padrão.
[ Outras - Sociedade e Cultura ] Pergunta aberta : Afinal o que tem você plantado?
|
|
|