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Santificado - Workpédia

 
Santificado
santificado adj (part de santificar) 1 Que se santificou. 2 Que se tornou santo. 3 Diz-se dos dias consagrados ao culto e nos quais a Igreja proíbe o trabalho.
Assuntos relacionados a Santificado

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Quero aceitar jesus na minha vida?

Ando meio desacreditado do mundo, da vida... Estou só, endividado, deprimido, divorciado, drogado, alcoolatra e jurado de morte por metade dos agiotas e traficantes da cidade! Sou corno e sexualmente frustrado! Em resumo, estou na merda! Calma, nada disso é verdade! Pelo menos, não na minha vida! Tudo que falei ali são as características, os sintomas dos alvos favoritos das centenas, milhares, milhões de igrejotas que pipocam a cada esquina do Brasil inteiro! Pessoas absolutamente perdidas, que procuram, desesperadamente, por um ponto de referência (ou reverência) Não é dito que "cabeça vazia, oficina do diabo" ? Nada mais lógico do que encher a cabeça, o coração e a alma com Deus, não é? Depende... Depende porque: qual é a credibilidade que essas igrejotas têm? Qual é a origem delas, a história? De duas uma: ou o pastor é maluco e acha que tem desconto no interurbano entre a Terra e o céu ou são aproveitadores (ou os dois)! Essas igrejotas são decorrentes de fragmentações de outras igrejas. O doido brigou com o pastor, mas não consegue deixar os dogmas para trás, então, funda a sua própria igreja, só que com um nome slogan diferente. Tenho visto muito disso: Igreja dos Santos Santificados pelos Anjos de Cristo - a igreja que ama você! É ou não é o slogan de um produto, empresa ou qualquer coisa do gênero?!!! Deus virou mercadoria; fé, um serviço; rezar, claúsula contratual. O céu, um destino turístico. No meio de gritarias eufóricas - ainda me pergunto se Jesus tem problema auditivo - os pastores dessas igrejotas vendem a salvação e privam os menos críticos de direitos, prazeres; forçam o fiel a lutar contra sua própria natureza, usando argumentos tirados da (sua) bíblia e interpretados literalmente (leia-se: manipulando o texto da maneira como bem entender). As novas igrejas (e as velhas, também) apostam na alienação e no medo do desconhecido das pessoas para enriquecer - não é atoa que a Igreja Católica Apostólica Romana é a instituição mais rica do mundo! Edir Macedo é dono de uma emissora de TV! Alguém já viu os templos da Igreja Universal do Reino de Deus? São tão imponentes quanto as igrejas barrocas do século XVI!!! E alguém se lembra como foram decoradas tais igrejas? ... "Dízimo"... As igrejotas protestantes, que surgem por aí, são cópias da antiga Igreja Católica - tacanha, quadrada, conservadora - que, como já sabemos, não funciona mais! Contudo, as novas "religiões" (pra não dizer negócios) protestantes se baseiam na retroatividade de pessoas ignorantes - no mais amplo sentido da palavra - e se aproveitam disso para arrecadas dinheiro! "Faça isso! Não faça aquilo, porque é pecado!" Geralmente, quem muito manda você fazer uma coisa, quer reduzir e eliminar seu senso crítico. Na nossa vida terrena, nada é mais importante do que a capacidade de fazer críticas! É importante ter uma vida espiritual ativa, mas temos que ter uma vida terrena em evidência, se não, não faria sentido existirmos aqui! na verdade não quero aceitar apenas , fiz uma critica a religião !

[ Poesia ] Pergunta aberta : O ABOLICIONISTA FERRENHO Q FOI LUIZ GAMA, ERA TB BOM POETA...?

Bodarrada Nome popular do poema "Quem sou eu?", escrito por Luís Gama e editado em 1859. "Bode" é o apelido com que tentavam ridicularizar os que, tal qual Gama, eram negros QUEM SOU EU? Quem sou eu? Que importa quem? Sou um trovador proscrito, Que trago na fronte escrito esta palavra "Ninguém!" A.E. Zaluar - "Dores e Flores" Amo o pobre, deixo o rico, Vivo como o Tico-tico; Não me envolvo em torvelinho, Vivo só no meu cantinho; Da grandeza sempre longe Como vive o pobre monge. Tenho mui poucos amigos, Porém bons, que são antigos, Fujo sempre à hipocrisia, À sandice, à fidalguia; Das manadas de Barões? Anjo Bento, antes trovões. Faço versos, não sou vate, Digo muito disparate, Mas só rendo obediência À virtude, à inteligência: Eis aqui o Getulino Que no pletro anda mofino. Sei que é louco e que é pateta Quem se mete a ser poeta; Que no século das luzes, Os birbantes mais lapuzes, Compram negros e comendas, Têm brasões, não - das Kalendas; E com tretas e com furtos Vão subindo a passos curtos; Fazem grossa pepineira, Só pela arte do Vieira, E com jeito e proteções. Galgam altas posições! Mas eu sempre vigiando Nessa súcia vou malhando De tratante, bem ou mal, Com semblante festival Dou de rijo no pedante De pílulas fabricante Que blasona arte divina Com sulfatos de quinina Trabusanas, xaropadas, E mil outras patacoadas. Que, sem pingo de rubor Diz a todos que é DOUTOR! Não tolero o magistrado, Que do brio descuidado, Vende a lei, trai a justiça - Faz a todos injustiça - Com rigor deprime o pobre Presta abrigo ao rico, ao nobre, E só acha horrendo crime No mendigo, que deprime. - neste dou com dupla força, Té que a manha perca ou torça. Fujo às léguas do lojista, Do beato e do sacrista - Crocodilos disfarçados, Que se fazem muito honrados Mas que, tendo ocasião, São mais feros que o Leão Fujo ao cego lisonjeiro, Que, qual ramo de salgueiro, Maleável, sem firmeza Vive à lei da natureza Que, conforme sopra o vento, Dá mil voltas, num momento O que sou, e como penso, Aqui vai com todo o senso, Posto que já veja irados Muitos lorpas enfurnados Vomitando maldições, Contra as minhas reflexões. Eu bem sei que sou qual Grilo, De maçante e mau estilo; E que os homens poderosos Desta arenga receosos Hão de chamar-me Tarelo Bode, negro, Mongibelo; Porém eu que não me abalo Vou tangendo o meu badalo Com repique impertinente, Pondo a trote muita gente. Se negro sou, ou sou bode Pouco importa. O que isto pode? Bodes há de toda casta Pois que a espécie é muito vasta... Há cinzentos, há rajados, Baios, pampas e malhados, Bodes negros, bodes brancos, E, sejamos todos francos, Uns plebeus e outros nobres. Bodes ricos, bodes pobres, Bodes sábios importantes, E também alguns tratantes... Aqui, nesta boa terra, Marram todos, tudo berra; Nobres, Condes e Duquesas, Ricas Damas e Marquesas Deputados, senadores, Gentis-homens, vereadores; Belas damas emproadas De nobreza empantufadas; Repimpados principotes, Orgulhosos fidalgotes, Frades, Bispos, Cardeais, Fanfarrões imperiais, Gentes pobres, nobres gentes Em todos há meus parentes. Entre a brava militança Fulge e brilha alta bodança; Guardas, Cabos, Furriéis Brigadeiros, Coronéis Destemidos Marechais, Rutilantes Generais, Capitães de mar-e-guerra - Tudo marra, tudo berra - Na suprema eternidade, Onde habita a Divindade, Bodes há santificados, Que por nós são adorados. Entre o coro dos Anjinhos Também há muitos bodinhos. O amante de Syringa Tinha pêlo e má catinga; O deus Mendes, pelas costas, Na cabeça tinha pontas; Jove, quando foi menino, Chupitou leite caprino; E segundo o antigo mito Também Fauno foi cabrito. Nos domínios de Plutão, Guarda um bode o Alcorão; Nos lundus e nas modinhas São cantadas as bodinhas: Pois se todos têm rabicho, Para que tanto capricho? Haja paz, haja alegria, Folgue e brinque a bodaria; Cesse pois a matinada, Porque tudo é bodarrada!

[ Participação Civil ] Pergunta aberta : Presente de Natal: Vocês já viram um chapéu falante?!?

Sobre o Roda Viva de Gilmar Mendes e um certo "chapéu falante" que o defendeu ( vou estragar a surpresa: é o Reinaldo Azevedo!). O texto é um pouco longo mas é imperdível! Segunda-feira 15 de dezembro. Vivemos o sexto ano da ditadura do "Estado policial". As liberdades individuais, como se vê diariamente nas ruas, foram suprimidas. Pobres banqueiros e desprotegidos empresários vivem acuados por policiais e juízes, gente esquisita que decidiu cumprir as funções que a sociedade deles exige: investigar e julgar. Sorte que existe um paladino. Ele atende pelo nome de Gilmar Mendes, preside o Supremo Tribunal Federal (STF) e, às 10h30 da noite, está sentado no centro do Roda Viva, programa de entrevistas da TV Cultura no ar há mais de vinte anos. Mendes é um democrata, como sabemos, e não foge a nenhuma batalha em nome de sua cruzada pela defesa do Estado de Direito e das garantias individuais. Será sua milionésima entrevista, mas não importa que, dia sim, dia não, ele valha-se dos microfones e holofotes para atropelar uma regra básica da magistratura, a de que um juiz, ainda mais um ministro do Supremo, não pode se pronunciar sobre causas que vai julgar. Mendes oferece opiniões a granel. Quer uma frase contra a demarcação da Reserva Raposa-Serra do Sol? Chame o Mendes. Uma resposta a respeito dos "terroristas" que insistam na reinterpretação da Lei de Anistia? Liga pro Mendes. Ou melhor, espere-o na saída do STF. Precisa de umas aspas que se adéqüe à tese de que juízes de primeira instância e policiais conspiram para instalar um Estado totalitário no Brasil? Cadê o Mendes. Ronaldo, o Fenômeno, no Corinthians? Não importa que ele banalize a função. Ignora-se, na porção dos defensores da democracia, o fato de que em nenhum país desenvolvido, ou mesmo entre os aspirantes, um presidente da mais alta Corte mercadeje suas opiniões em troca de espaço na mídia. No caso brasileiro, trata-se (como alguém pode duvidar) de um bem-vindo ativismo judicial. Além do mais, informa Mendes lá pelas tantas do programa, ele não participa de um concurso de popularidade com ninguém. Por que então a extensa agenda em São Paulo, iniciada com uma homenagem na Fiesp na sexta-feira 12 e concluída no Roda Vida, salpicada de visitas a empresas de comunicação? Pena que Mendes, como boa parte dos que se dizem democratas no Brasil, carregue dentro de si um pequeno déspota. Isso lhe tira a chance de ser santificado. E ele, inegavelmente, agiu como um tiranete ante as perguntas da jornalistas Eliana Cantanhêde, da Folha de S. Paulo. É presumível -- e bastante natural -- que o ministro tenha sido informado da lista de entrevistadores. Provavelmente, enganou-se quanto à passividade de Cantanhêde. Havia um turista acidental, Carlos Marchi, do Estadão, alheio ao redor. E o elenco de apoio, do qual se falará em breve. Em pleno horário nobre, ao vivo, o supremo presidente quase perdeu as estribeiras com Cantanhêde. Também, pudera, ela teve a pachorra de fazer perguntas que não serviriam apenas para o ministro desfiar sua decantada erudição e saber jurídico. Cantanhêde não quis saber, por exemplo, o que Mendes achava da percepção geral de que o STF é dado a privilegiar réus endinheirados. E também sobre as razões do segundo habeas corpus que libertou o banqueiro Daniel Dantas em menos de 48 horas, apesar de o juiz De Sanctis, que autorizou a nova prisão após o próprio Mendes ter libertado o banqueiro da primeira vez, ter acrescentado provas adicionais no pedido. Mais cedo, durante evento na seção paulista da Ordem dos Advogados, o ministro havia dito que o habeas corpus é "essencial como o ar". As perguntas de Cantanhêde parecem ter lhe afetado a respiração por instantes. Tentou conter a exaltação cofiando uma inexistente barba. Alvejado por outra pergunta, não se conteve. Em tom áspero, desferiu, primeiro sobre o privilégio a ricos: "Fui eu, não foi você, que denunciou o amontoado de presos". Palmas. Depois, sobre o HC de Dantas propriamente dito. De acordo com ele, o segundo pedido de prisão de Dantas expedido por De Sanctis era "um desafio" lançado com o objetivo de desmoralizar o STF. Parênteses: Mendes tem cometido outro pecadilho grave para quem empunha a bandeira da democracia com dedicação sebastiana. Confunde o indivíduo, no caso ele, com a instituição, o STF. Criticá-lo é afrontar a mais alta Corte do país. É uma maneira bem republicana de encarar os fatos. Por causa das perguntas iniciais (será a jornalista da Folha mais uma fascista a atentar contra as liberdades?), o Roda Viva até parece seguir sua dinâmica mais ou menos usual. Não durou muito, a sensação. Agastado, Mendes foi socorrido pelos cavalariços. Na vanguarda, um chapéu de onde, subitamente, começam a sair palavras. Eis a versão brasileira do "talentoso" Ripley. Sempre com a sua inamovível condição de figurante, sempre tentando ser o que não é, o pobre chapéu, mimetizando trejeitos e tiques de seus objetos de desejo, enquanto tenta manter seus de

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : help , jesus christ ???? ?

Ando meio desacreditado do mundo, da vida... Estou só, endividado, deprimido, divorciado, drogado, alcoolatra e jurado de morte por metade dos agiotas e traficantes da cidade! Sou corno e sexualmente frustrado! Em resumo, estou na *****! Calma, nada disso é verdade! Pelo menos, não na minha vida! Tudo que falei ali são as características, os sintomas dos alvos favoritos das centenas, milhares, milhões de igrejotas que pipocam a cada esquina do Brasil inteiro! Pessoas absolutamente perdidas, que procuram, desesperadamente, por um ponto de referência (ou reverência) Não é dito que "cabeça vazia, oficina do diabo" ? Nada mais lógico do que encher a cabeça, o coração e a alma com Deus, não é? Depende... Depende porque: qual é a credibilidade que essas igrejotas têm? Qual é a origem delas, a história? De duas uma: ou o pastor é maluco e acha que tem desconto no interurbano entre a Terra e o céu ou são aproveitadores (ou os dois)! Essas igrejotas são decorrentes de fragmentações de outras igrejas. O doido brigou com o pastor, mas não consegue deixar os dogmas para trás, então, funda a sua própria igreja, só que com um nome slogan diferente. Tenho visto muito disso: Igreja dos Santos Santificados pelos Anjos de Cristo - a igreja que ama você! É ou não é o slogan de um produto, empresa ou qualquer coisa do gênero?!!! Deus virou mercadoria; fé, um serviço; rezar, claúsula contratual. O céu, um destino turístico. No meio de gritarias eufóricas - ainda me pergunto se Jesus tem problema auditivo - os pastores dessas igrejotas vendem a salvação e privam os menos críticos de direitos, prazeres; forçam o fiel a lutar contra sua própria natureza, usando argumentos tirados da (sua) bíblia e interpretados literalmente (leia-se: manipulando o texto da maneira como bem entender). As novas igrejas (e as velhas, também) apostam na alienação e no medo do desconhecido das pessoas para enriquecer - não é atoa que a Igreja Católica Apostólica Romana é a instituição mais rica do mundo! Edir Macedo é dono de uma emissora de TV! Alguém já viu os templos da Igreja Universal do Reino de Deus? São tão imponentes quanto as igrejas barrocas do século XVI!!! E alguém se lembra como foram decoradas tais igrejas? ... "Dízimo"... As igrejotas protestantes, que surgem por aí, são cópias da antiga Igreja Católica - tacanha, quadrada, conservadora - que, como já sabemos, não funciona mais! Contudo, as novas "religiões" (pra não dizer negócios) protestantes se baseiam na retroatividade de pessoas ignorantes - no mais amplo sentido da palavra - e se aproveitam disso para arrecadas dinheiro! "Faça isso! Não faça aquilo, porque é pecado!" Geralmente, quem muito manda você fazer uma coisa, quer reduzir e eliminar seu senso crítico. Na nossa vida terrena, nada é mais importante do que a capacidade de fazer críticas! É importante ter uma vida espiritual ativa, mas temos que ter uma vida terrena em evidência, se não, não faria sentido existirmos aqui! E, sempre lembrando, não existe um "vale-paraíso

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