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Seletiva - Workpédia

 
Seletiva
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[ Amigos ] Pergunta aberta : Mulher madura é como fruta? Cheia de vida e sabor?

Não precisaria acrescentar mais nada a esse texto de Marcial Salaverry, pois ele diz tudo........ Uma homenagem a todas nós, mulheres maduras........ Um grande beijo minha queridas O RETRATO DA MULHER MADURA Marcial Salaverry A mulher madura, como a denominação o indica, é como uma fruta madura, cheia de vida e de sabor... uma fruta desejada por quem aprecia o verdadeiro paladar, por quem aprecia o melhor da vida. Ela simplesmente viveu a vida, enfrentou os preconceitos que em outros tempos determinavam que a mulher apenas exercesse papéis secundários. Seu amadurecimento deu-se graças à alquimia do tempo, que foi moldando suas formas e sua mentalidade... Mudanças forjadas a custa de muita luta... principalmente uma dura luta interior, para poder se livrar de uma série de conceitos e preconceitos que lhes foram enfiados cabeça a dentro desde a mais tenra idade. As jovens de hoje não podem fazer idéia do que foi a luta dessas encantadoras e sedutoras mulheres maduras de hoje. Graças a essas mudanças, o seu espírito revela equilíbrio e harmonia, como em nenhuma outra fase da sua vida. Ela já viveu muita coisa. Já passou por vicissitudes. Já enfrentou muitos problemas e percalços. Quer seu espaço e seu direito à vida. E quer viver a vida em sua plenitude. E tem esse direito. Direito adquirido com louvor. Nada é promessa, nesta altura da vida, promessas não cabem mais... É o momento de decisões de realizações. É o fazer, ou não fazer. Serve ou não serve. Não pode mais aceitar enrolações. Seu tempo é de urgência. O passado, o presente e o futuro nela se fundem para formar um tempo único: o momento presente. Não pode e nem quer se prender a fatos passados, nem tampouco se preocupa muito com o futuro. Quer viver o momento, e por isso procura escolher o que quer para o hoje. Então é bem seletiva na escolha de suas companhias. Sabe o que quer e busca. Vai à luta, em todos os pontos de vista. Quem insistir em desconhecer essa sua maneira de encarar a vida, ou não for capaz de identificar que a fruta encontra-se no seu ponto certo, perderá a oportunidade e estará excluído de usufruir sua companhia. A fruta é madura, mas para colhê-la é preciso conhecer o momento devido, sem precipitação. O que necessita ser feito com muito tato, cuidado e carinho. Não se pode ser afoito, nem tampouco lento demais. Tem que ser decidido, mas chegar no tempo certo. E isso exige um certo conhecimento da alma feminina. Saibam que ela , por mais frágil que aparente ser, é muito segura e senhora de si, sabendo o momento certo de agir, e o faz com charme e elegância. Delicada e incisivamente. Não aceita ?pisadas na bola?. Do ponto de vista sexual, ela tem a aprender tanto quanto a ensinar, o que estabelece um equilíbrio no relacionamento. E tudo o que faz, ela o faz como opção. Faz o que quer, como e quando quer, sem desvarios ou arrependimentos. Guia-se pela sensatez. Ela não se envergonha da sua idade. Pelo contrario, orgulha-se dos anos vividos e de ser fruta madura. Mas mesmo que nada diga, lamenta, interiormente, que haja quem se contente em colher uvas verdes. Lamenta principalmente por ver que não sabem lhe dar o devido valor. Mas passa airosamente sobre tais fatos. Sabe perfeitamente que a melhor maneira de prender o parceiro, é fazendo-o pensar que o deixa livre. Não impõe a companhia, apenas faz-se sentir necessária. Mostra-se criativa. Faz com o parceiro a veja em sua plenitude, ficando a seu lado por desejá-la e não por aturá-la. Afinal é uma mulher total. Quer sentir-se valorizada. Sabe ser companheira. Aquela que compartilha a vida. Que vive ao lado. Não quer passar à frente, mas tampouco admite ficar para trás. Tem bagagem de vida e sabe aproveitá-la. Soube extrair da vida todas as lições, e agora as usufrui. Sabe viver. Esse é o retrato da mulher madura. Sorte daqueles que sabem reconhecer, e dão o devido valor à sua companhia. Quando amam, são incomparáveis. Quando querem conquistar, o fazem com arte e decisão. E em sua companhia, é muito fácil ter-se UM LINDO DIA. Autor: Marcial Salaverry

[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : ¿Lulla dá o peixe, mas não ensina a pescar?

Acho que o assunto das ?bolsas-esmolas? já nem devia ser discutido aqui no Brasil, pois está bem claro a sua finalidade. Mas como colocam este assunto nas questões mais variadas, deixo aqui minha opinião. Lulla da o peixe mais não ensina a pescar... Frase sugestiva. Não acham? Aliás, sempre quando falam das ?bolsas-esmolas? eu lembro de outra frase interessante que, muito embora pareça não haver semelhanças, me vem bem a calhar: ?O homem é o construtor de ferramentas? Quem acompanhou com certa assiduidade os documentários sobre a vida animal em algum momento das últimas décadas para cá, já deve ter visto ou ouvido falar de Jane Goodall, uma loira linda e corajosa que se embrenhou nas selvas da Tanzânia para estudar o comportamento dos primatas. Goodall foi criadora da famosa ?bolsa-banana?. O objetivo era conquistar a confiança dos chimpanzés distribuindo bananas entre eles. Um sucesso! Goodall venceu o desafio, conseguiu se aproximar de um grupo de chimpanzés que viria a ficar conhecido no mundo inteiro. Entre eles estava o terrível Frodo*, que naquelas épocas ainda era apenas um filhote, mas já demonstrava uma agressividade tão desproporcional que a pesquisadora temia pelo dia que ele se fizesse líder do grupo. (Mais sobre o Frodo nos comentários não pertinentes à pergunta) Depois de implantar o Bolsa-Banana e se aproximar do grupo, Jane Goodall pode registrar cenas fantásticas que revolucionaram a idéia reduzida que tínhamos destes animais. Filmando o convívio dos chimpanzés, a pesquisadora constatou algumas semelhanças com os seres humanos que vieram a confirmar a teoria da evolução. Entre elas: A maneira que nos aproximamos de um novo grupo; como nos esforçamos para conquistar a confiança e aprovação de terceiros. Nossos relacionamentos estratégicos, amizade seletiva, sedução, traição, mas também, companheirismo e amizades duradouras, bem como muitos outros comportamentos sócio-comportamentais. Jane Goodall também fez cair por terra o mito de que éramos os únicos construtores de ferramentas. Em uma cena maravilhosa, ela registrou um chimpanzé moldando e afinando um galho e depois usando como ferramenta de extensão do braço para alcançar o fundo de um formigueiro, assim pode aproveitar uma ?saborosa? refeição sem se preocupar com as indesejadas picadas. Recentemente, Jane Goodall, já de idade avançada, mas ainda com o mesmo brilho nos olhos, voltou à Tanzânia para se reencontrar com o grupo de chimpanzés que a fez uma das maiores pesquisadoras que o mundo já conheceu. Em um depoimento emocionante, surpreendeu a muitos de seus telespectadores quando confessou seu amargo arrependimento por ter implantado o bolsa-banana. Disse que se pudesse voltar no tempo, jamais cometeria o mesmo erro. Pronto! Agora que a semelhança entre as duas frases iniciais já foi devidamente explicada, voltemos para a questão das outras bolsas. As "bolsas-esmolas". Para se discutir o Bolsa-Família de forma séria e coerente, temos que levar em consideração a existência de três grupos de pessoas. Os dois primeiros muito bem representados por aqui. E um terceiro que ? infelizmente ? não tem voz no yahoo respostas. 1) Os que são favoráveis 2) Os que são contra 3) Os que são beneficiados Os que são favoráveis agem muitas vezes cegamente, pois defendem antes de tudo, sua ideologia: a Igualdade. Palavra que vem sendo forçadamente distorcida pelos direitistas, que tentam associá-la às atrocidades cometidas por regimes comunistas. Porém, a igualdade não se encerra em nenhuma ideologia. É maior do que qualquer movimento, por mais libertário que seja. Tem haver com os direitos naturais de qualquer ser humano. Por exemplo, o igual direito a vida. Os que são contra as ?bolsas? se igualam ao primeiro grupo no que diz respeito ao não aprofundamento da questão. Porém, estes não se guiam necessariamente por sua ideologia: a Desigualdade. Aqui as reclamações são diversas. Muitas delas consideradas pelos esquerdistas como preconceituosas. Cito as duas principais: 1) ?É um projeto populista e eleitoreiro, usado para assegurar o voto dos mais pobres?; ?Usa o povão como massa de manobra?. 2) ?Vicia o povão?; ?faz dos pobres mais miseráveis ainda?; ?acostuma essa gente à ração e a torna cada vez mais dependente e improdutiva?. Quanto aos beneficiados: deixo-os para a consciência de cada um. Agora, para deixar claro o meu posicionamento, sou levado a voltar mais uma vez a história da Jane Goodall para associá-la aos demais detalhes da pergunta. Jane Goodall se arrependeu, sim, do ?bolsa-banana? mas se enganam quem concluiu que tenha sido por deixar os chimpanzés dependentes da ?ração?. Os chimpanzés aceitavam de bom grado as bananas, mas isso não interferia a sua dieta alimentar. Eles não deixavam de buscar seus alimentos por causa de um punhado de banana. Jane também não se fez líder do grupo de chimpanzés por causa de sua caridade. Pensar assim seria ignorar a complexidade da natureza destas extraordinárias criaturas tão parecidas com seu parente mais evoluído. O motivo de arrependimento tem haver com o fato de sua ação (ação humana) ter influenciado diretamente o cotidiano dos chimpanzés. Isso era o que ele mais queria evitar. Sua ação levou a outros fatores sócio-comportamentais dos chimpanzés: Eles seguem uma hierarquia. Um macho mais fraco, uma fêmea ou um filhote não poderiam pegar um banana antes do líder do grupo. Do contrário, se arriscavam a sofrer duras represálias, muitas vezes impostas horas depois, longe da presença humana. Outra coisa a assinalar é o ciúme que alguns chimpanzés causavam devido sua capacidade de cativar os humanos, dar e receber carinho. Se pensar que os chimpanzés se tornariam dependentes de um punhado de bananas já é desconhecer a natureza destes animais, dizer que o Bolsa Família deixa o homem dependente (improdutivo) é desqualificá-lo a um nível inferior ao dos primatas; é desconhecer completamente a realidade social do nosso país; desconhecer a realidade das pessoas mais pobres; pior! É não conhecer-se a si mesmo, não saber da complexidade da natureza humana. Dizer que 180 reais mensais deixa um homem improdutivo (dependente) é não saber o valor da nossa moeda. Precisa-se ganhar muito dinheiro para não saber o que dá para comprar com 180 reais. Não, meus amigos. Ao contrário de deixar um homem acostumado à ração; ao contrário de deixar um homem dependente e improdutivo; ao contrário de dar peixe ao homem, mas não ensiná-lo a pescar; ao contrário disso tudo, o Bolsa-Família serve para que o cidadão possa tocar sua vida em frente, de forma mais digna; possa alimentar suas crianças, deixá-las mais bem nutridas, mais bonitas; serve para que um cidadão possa fazer planos, criar projetos. Sim! Criar projetos; serve para que um cidadão possa, agora sim, produzir, colaborar com seu país. Um cidadão que agora saiu de sua condição de invisível (muitos cômoda para outros), um cidadão que agora que recebeu uma mão para se levantar, pode erguer a cabeça, estufar o peito e dizer ?Eu sou Brasileiro!? E com muito orgulho por esse país maravilhoso ter finalmente olhado para os pobres. Um homem bem nutrido pode raciocinar melhor; pode refletir melhor; fica mais politizado; consegue perceber de forma mais consciente o que é melhor para si, sua família, sua sociedade. É disso, amigos, que muitos têm medo. Pois este cidadão pertence à classe com maior potencial revolucionário. É esta classe, que melhor do que todas as outras, pode exigir de seus governantes. É esta classe que pode construir uma sociedade mais justa. Quanto aos preconceituosos, que se alimentem das vidas que a fome ainda consegue ceifar, pois se depender de gente como o Lula que acredita que a Igualdade não é sinônimo de Injustiça, esses monstros vão padecer por falta de alimento. Pois os números (que eles gostam de usar) estão em favor da justiça. É cada vez maior o número de gente que deixa a condição de miséria absoluta aqui no Brasil. É a fome, meus amigos, que mais tira vida pelo mundo afora . É contra a fome que todos governantes do mundo deveriam lutar. Por isso repito: ?Acho que o assunto das ?bolsas-esmolas? já nem devia ser discutido aqui no Brasil?. Observação: Para quem critica o bolsa-família pelos gastos que o projeto traz aos cofres públicos, digo que isso é discutível. Até porque, não há dinheiro no mundo que pague por uma vida. Além do mais, uma criança bem nutrida significa uma enorme economia nos os gastos com a saúde. Uma criança bem nutrida se educa melhor, cresce mais forte, e com certeza vai produzir e arrecadar muito mais dinheiro para o país do que o que foi gasto com ela. Por isso, falar de gastos públicos é discutível. Detalhe sobre o Frodo (não pertinente à questão) Frodo, depois de se tornar líder do grupo de chimpanzés (como Jane temia), não saciou sua sede de sangue nem mesmo depois de dizimar cerca de 80% das outras espécies de macacos que habitavam na região. Fez inclusive uma vítima humana, um bebê que foi puxado do colo de sua mãe. Esta assistiu a tudo sem poder fazer nada. Hoje, o Frodo não é mais que um chimpanzé comum. Todos magros, doentes, ilhados, condenados ao desaparecimento devido a devastação causada por seu parente mais evoluído. Akira, aqui no Y!R pega-se peixes com as mãos

[ Participação Civil ] Pergunta aberta : O que você acha do comportamento da mídia nacional com a crise mundial? ?

Meio sem rumo a nossa mídia, não acham?! Almir Ribeiro (Carta Capital): "Nos tempos de crise deve-se prestar atenção aos istas de economia. Assim como as manhãs de primavera são ideais para observar pássaros, a crise é o melhor momento para apanhar de calças curtas certos impostores da mídia. Na adversidade econômica a realidade se impõe de forma contundente e inibe a palpitaria irresponsável. Sobretudo numa turbulência econômica como a atual, com fatos negativos a nos surpreender todos os dias. A certeza de ontem vira dúvida hoje, e mesmo duvidar torna-se um atributo mais seletivo. A atual conjuntura trouxe confusão ao clubinho liberal da mídia nacional. Os países que sempre lhes inspiraram a doutrina agora estão puxando a procissão da crise e enviando sinais contraditórios. Washington passou a sinalizar protecionismo, aumento descontrolado de gasto público, nacionalização empresas e bancos falidos e outras velhas proibições, deixando de calças curtas os invertebrados istas dos meios de divulgação econômica. Por outro lado, há uma injustificável excitação na mídia com a possibilidade do abutre da recessão que sobrevoa o hemisfério Norte cruzar a linha do Equador e pousar em Brasília. Embora os números da economia não tenham confirmado esse pessimismo, os editoriais tendenciosos já não conseguem disfarçar suas expectativas e funcionam como uma campanha pela recessão. Faz parte do estado de chantagem permanente que os controladores da mídia propõem, de forma seletiva, em seu jogo de interesses políticos. Apesar dos alarmes falsos do noticiário, o brasileiro vai se informando como pode. Vai se desviando do estilo tendencioso e deformador dos istas nativos e percebendo a conjuntura econômica em seu contato com a economia real, e não somente pelo telejornal. Felizmente, a capacidade de reação da economia nacional diante da crise mundial tem demonstrado que o país não foi contaminado pelo pessimismo. A despeito da má-vontade dos meios noticiosos, as adversidades têm sido enfrentadas pelas armas de política econômica de que o governo dispõe, sem lançar mão de planos ou medidas econômicas de exceção, tão comuns nos governos anteriores que contavam com o apoio da mídia. E é sempre bom constatar que nossa batalha econômica preserva os valores democráticos, como a liberdade de expressão. Nem todos os países têm esse privilégio." __________________ Um abraço.

[ Nível Fundamental e Médio ] Pergunta aberta : posso fazer a prova do Cefet mesmo que eu tenha concluído o ensino médio.?


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