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[ Piadas e Charadas ] Pergunta aberta : Breves e curtinhas ......?
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[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Piada de Humor Negro: A Hidrelétrica que Corrêa não quer pagar está em pleno vapor!!Ode a picaretagem!?
Ela fornece 10% de toda a energia necessária àquele país!
O Brasil está na mão de bos.tas, este Celso Amorim já deveria ter sido rebaixado a contínuo em qualquer país decente!
Até Quando!?
Por Rubens Barbosa
Até quando?
Parafraseando lorde Palmerston, primeiro-ministro e ministro do Exterior inglês na metade do século 19, a defesa do interesse brasileiro deveria ser o único objetivo do Ministério das Relações Exteriores. Ocasionalmente, pode ser apropriado adotar uma atitude magnânima, se essa for a única maneira de proteger nosso interesse, acrescentou Malcom Rifkind, ministro do Exterior britânico durante minha gestão à frente da Embaixada em Londres.
A política externa brasileira na América do Sul parece ignorar esses princípios elementares. A compreensão, a solidariedade e a paciência estratégica levam à aceitação de qualquer atitude, mesmo hostil ou inamistosa, de nossos vizinhos. Esses atos são absorvidos com naturalidade em nome da diplomacia da generosidade, que parece não entender o efeito das transformações políticas, econômicas e sociais por que passa a região e a mudança de percepção em relação ao Brasil.
A nova ênfase visando a privilegiar iniciativas bilaterais, dada a paralisia do processo de integração, vem apresentando parcos resultados: a generosidade não fez desaparecerem demandas, reservas, ressentimentos e, agora, está sendo utilizada para inflamar a opinião pública com ataques ao imperialismo brasileiro.
O fato é que para preservar o processo de integração comercial, que, na realidade, só existe na retórica dos governantes sul-americanos, o Brasil aceitou, na Bolívia, a nacionalização das refinarias da Petrobrás e o aumento do preço do gás. Propôs o ingresso da Venezuela no Mercosul e agora tenta acomodar a falta de cooperação de Caracas para negociar as condições de seu ingresso. Aceita discutir com o Paraguai um tema tão sensível como Itaipu e observa sem maior reação as invasões de terras e os atentados à vida de fazendeiros brasileiros que vivem naquele país, promovidos pelo MST paraguaio, ajudado pelo MST brasileiro. Abúlicos, aceitamos que a Argentina imponha restrições a empresas brasileiras e ao comércio bilateral e reative acordo de salvaguardas, contrário às regras do Mercosul, que vai ser aplicado sem ter entrado em vigor no Brasil.
Nos últimos dias, o Brasil colheu mais um resultado da política de generosidade. O governo do Equador, alegando irregularidades na construção de uma hidrelétrica, em ação desproporcional à importância da questão, decidiu expulsar duas empresas brasileiras (a companhia construtora e outra, estatal) e cancelar outros contratos que nada tinham que ver com o problema, solucionável por negociação ou arbitragem. Na ocasião, o presidente do Equador anunciou que não iria pagar o empréstimo tomado do BNDES, amortizado por meio dos bancos centrais da região. Seguindo a política de compreensão e de generosa boa vontade com nossos vizinhos, o Itamaraty a tudo assistiu sem esboçar reação na defesa da empresa, apenas adiou missão ministerial que iria abrir novos créditos para o Equador.
Agora, o presidente Rafael Correa oficializou o calote da dívida. O Itamaraty finalmente reagiu, informando que "recebeu com preocupação" a notícia da decisão do governo equatoriano de impetrar juízo arbitral na Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional com vista a suspender o pagamento da dívida com o BNDES, relativa ao financiamento da hidrelétrica.
No comunicado oficial da Chancelaria se reconhece, ingenuamente, que a decisão do governo equatoriano foi anunciada em evento público sem prévia consulta ou notificação ao governo brasileiro e que a natureza e a forma de adoção das medidas tomadas pelo governo do Equador não se coadunam com o espírito de diálogo, de amizade e de cooperação que caracteriza as relações entre o Brasil e o Equador.
Para dar uma satisfação à opinião pública, cada vez mais crítica e impaciente com a maneira como as relações com nossos vizinhos vêm sendo mantidas, o Itamaraty chamou para consultas o embaixador em Quito. O gesto, mais simbólico do que efetivo, é um avanço nas posições adotadas até aqui, mas não representa uma mudança de posição. O aparente endurecimento da posição do governo brasileiro pode ser explicado mais pela irritação do presidente Lula, cuja imagem foi arranhada pelo desafio do líder equatoriano, do que por motivações de política externa. A Petrobrás, depois de ameaçada de expulsão, aceitou as condições impostas pelo Equador para assinar um novo contrato, sem nenhuma garantia de cumprimento. É possível prever que a reação do governo brasileiro se vai limitar à convocação do embaixador e que insista na retomada do diálogo sempre conciliador. Vamos ver se "o comércio bilateral vai acabar", como prometeu o Itamaraty, em arroubo retórico.
A retirada do embaixador chega tarde e é muito pouco. Deveria ter sido a primeira providência quando o governo boliviano ocupou man
[ Governo ] Pergunta aberta : Vcs. não acham que o Lula deveria colocar no SPC-SERASA o Rafael Garcia do Equador pelo calote dado ao BNDES ?
Fala sério 240 mijones de dollares é muita grana, estes cucarachas deveria ter mais respeito para com o Brazil.
Presidente diz que Equador buscará não pagar dívida considerada ilegal
Do G1, em São Paulo
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O presidente do Equador, Rafael Correa, disse nesta quinta-feira (20) que buscará não pagar as dívidas consideradas "ilegais e ilegítimas", e que tentará punir os responsáveis pelas irregularidades na negociação. Para isso, o país deverá recorrer a tribunais internacionais.
Mais cedo, também nesta quinta-feira, o governo do Equador anunciou que entrou com uma ação em uma câmara de arbitragem internacional para suspender o pagamento de um empréstimo feito no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A dívida, contraída por meio da construtora Odebrecht, seria de US$ 320 milhões.
O BNDES informou à Agência Estado, por meio de sua assessoria de imprensa, que não irá se pronunciar sobre o assunto e que possíveis pronunciamentos sobre o tema só poderão ser considerados quando o banco for comunicado oficialmente sobre a instauração do processo.
Membros do governo equatoriano disseram que o governo equatoriano já apresentou pedido de arbitragem na Câmara de Comércio Interancional, em Paris, contra empréstimos que considera injustos. "Buscaremos não só castigar os culpados, mas também não pagar a dívida ilegal, ilegítima, corrupta", disse Correa depois de receber o relatório final da auditoria da dívida.
Crise com o Equador é 'séria e sai da rotina diplomática', diz Celso Amorim
[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Por que Corrêa, do Equador, sendo chamado pelo Molusco como "irmão menor exigente" cresceu com suas demandas?
Tendo um diálogo privilegiado com o presidente em duas (ou mais) entidades internacionais, inclusive no Foro de São Paulo, fundado pelo Molusco, por que Rafael Corrêa se vale da Corte Internacional em Paris para se livrar da dívida de quase 450 MILHÕES DE DÓLARES?!
Quem será que dá respaldo ao esganiçado Corrêa e filtrando sua voz de soprano ligeiro lhe dá gravidade e petulância para seguir adiante.
Se vocês quiserem a resposta eu dou agora: O Chaveco Bufão!
É só ler a nota do estadão que você vai ter esta mesma conclusão:
"Equador tenta minimizar tensão diplomática com o Brasil
Chancelaria divulga nota lamentando a decisão e reitera disposição para manter 'alto nível de amizade'
SÃO PAULO - O governo equatoriano buscou minimizar a tensão com o Brasil após a convocação do embaixador em Quito para consultas sobre o o anúncio de calote do governo Rafael Correa ao BNDES. Em nota divulgada na noite da quinta-feira, 21, a chancelaria equatoriana lamentou a decisão. "O governo do Equador reitera sua disposição para continuar mantendo as relações bilaterais no alto nível de amizade e cooperação que as caracterizam", diz o texto.
Em uma entrevista publicada neste sábado no jornal "El comércio", o ministro de Política Ricardo Patiño baixou o tom e fez coro à nota da chancelaria. "É um procedimento normal quando se preocupa com um caso específico", disse, sobre a convocação do embaixador.
A decisão do governo brasileiro foi tomada ontem depois que o Equador apresentou um processo de arbitragem na Câmara de Comércio Internacional em Paris para frear o pagamento do empréstimo
contraído com o BNDES.O banco concedeu um empréstimo de US$ 286 milhões para financiar a construção da hidrelétrica de San Francisco.
A convocação repercutiu hoje nos jornais equatorianos. Para o 'El Comercio', de Quito, as tensões entre os dois países ficaram mais agudas. O La hora destaca que os dois países estão a um passo do rompimento.
A atitude brasileira
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou ontem que governo recebeu com muita preocupação a decisão do Equador de suspender o pagamento da dívida ao BNDES", afirmou Amorim durante breve declaração no final da Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, em São Paulo. Por isso "chamamos nosso embaixador no Equador para consultas, e todo mundo que conhece algo de diplomacia sabe o que isto significa", destacou. A medida é o primeiro passo para o rompimento de relações diplomáticas.
Em nota, o Itamaraty diz que a decisão foi anunciada em evento público sem prévia consulta ou notificação."O governo brasileiro considera que a natureza e a forma de adoção das medidas tomadas pelo governo equatoriano não se coadunam com o espírito de diálogo, de amizade e de cooperação que caracteriza as relações entre Brasil e Equador", acrescenta o texto.
Segundo o governo do Equador, a responsabilidade da dívida com o BNDES é da Odebrecht e não de Quito. Em nota, o Banco afirma que se dispõe a prestar apoio técnico necessário à legítima defesa dos interesses nacionais e lembra que a dívida, contraída no âmbito do Convênio de Crédito Recíproco, tem caráter "irrevogável e irretratável". "O não pagamento implica inadimplência do banco central devedor com os demais bancos centrais signatários do convênio.", diz o texto.
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