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Xador - Workpédia

 
Xador
xador sm Tipo de veste feminina usada no Irã e que cobre da cabeça até os tornozelos, deixando descobertos apenas os olhos.
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[ Nível Fundamental e Médio ] Pergunta aberta : vejam se esse texto tem alguma coisa ha ver com a guerrilha urbana na ditadura BR?

Em 1º de abril de 1964 abriu-se uma nova etapa na luta de classes no Brasil. O exército brasileiro através de um golpe militar derrubou o governo legalmente constituído de João Goulart, o Jango e inicio uma profunda contra-revolução no país. Os principais partidos da esquerda naquele momento, PCB e PTB , eram parte deste governo, naquilo que foi uma experiência frente populista no país, e ao não gestarem alternativas ao governo Goulart, muito pelo contrario, foram sua ala esquerda, arrastando a classe trabalhadora junto na derrota do governo e do regime democrático burguês. A derrota acachapante e praticamente sem lutas que foi vítima a classe trabalhadora no Brasil levou sua vanguarda organizada em sindicatos, partidos, movimentos popular e estudantil a um profundo balanço. O PCB até então hegemônico na esquerda marxista brasileira e totalmente alinhado a Moscou, começaria a sofrer defecções e rupturas em seu interior e veria surgir uma série de organizações inspiradas em seus quadros que rompiam com sua estrutura orgânica e linha política e também o surgimento de uma constelação de organizações por fora do que até aquele momento fora seu espaço. Em menor medida, também o PTB sofreria depurações e rupturas que levariam ao surgimento desta "nova" esquerda brasileira. A partir daí, junto com o PCB de orientação "moscovita" surgiriam organizações maoistas, castro-guevaristas, trotskistas (de várias tendências), luxemburguistas e a reivindicação de teóricos e exemplos como os de Frants Fannon e Ho Chi Min. A teoria da via pacífica para o socialismo, do caráter democrático do exército brasileiro e da existência de uma burguesia nacional independente e contraposta ao imperialismo que era a base para a política de conciliação de classe do PCB desabou e seus quadros mais honestos e capazes foram obrigados a buscar uma resposta para os novos desafios que surgiam por fora dos escombros políticos, ideológicos e organizativos do velho partidão. A revolução Cubana A revolução cubana foi um tapa na cara do estalinismo latino-americano. Sua vitória se deu, não só sem a participação efetiva dos PC's latino-americanos, como se deu contra a política oficial dos PC's, a começar pelo soviético. Neste sentido, a revolução cubana era herética e progressiva. Demonstrava que era possível fazer revoluções na América Latina e que tal possibilidade estava na ordem do dia. Ao se dar por fora do aparato estalinista, ela gerou profunda simpatia em todos aqueles que comunistas, não comungavam com a degeneração que Stalin e seus seguidores impuseram ao marxismo-leninismo. Ademais, a revolução cubana fora dirigida por um grupo de jovens barbudos, cabeludos e bastante simpáticos que logo seriam assimilados pela iconografia dos anos 60. Quando veio a crise do PC brasileiro, imediatamente um setor das dissidências do PC olhou para Cuba e sua revolução e aderiram a ela. O caso mais clássico é o de Carlos Marighela que foi um notório dirigente do PC desde os anos 30, tendo sido "caçador de trotskistas" em São Paulo, deputado, dirigente da fração parlamentar do PC, dizem que quando leu os relatórios de Kruschev teve uma crise de choro de 3 dias. Em maio de 1964, após o golpe militar, foi baleado e preso por agentes do DOPS dentro de um cinema no Rio. Libertado em 1965 por decisão judicial, no ano seguinte opta pela luta armada contra a ditadura, participa no final de 1967 da fundação da OLAS (Organização Latino Americana de Solidariedade) em Cuba, onde se encontrava quando foi anunciada a morte de Che Guevara. Por esses dias foi expulso do partido e em fevereiro de 1968 funda o grupo armado Ação Libertadora Nacional. Em setembro de 1969, apóia o seqüestro, no Rio, do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em uma ação conjunta da ALN e do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8). Esse, como dissemos é o caso mais expressivo, pela notoriedade e pela profundidade da crise que viveu o importante dirigente do PC. Mas não é o único, é por assim dizer o símbolo de uma geração. O problema, é que junto com a crítica ao estalinismo, as correntes castro-guevaristas fizeram uma profunda revisão do marxismo-leninismo e dois aspectos basilares foram questionados e postos de lado: 1 - A centralidade da classe operária para a revolução; 2 - A necessidade de um partido nos moldes leninistas para dirigir a revolução. Assim os aspectos amplamente progressivos dos "cubanos" ao estalinismo (bem entendido antes deles mesmo se estalinizarem), aspectos esses que vinham mais de sua prática do que de uma teoria, seriam engolidos por uma nova teoria que atacava as bases mesmo da teoria marxista. Estes aspectos negativos por assim dizer, da revolução cubana seriam assimilados de maneira mais ou menos acritica pelo grosso das dissidências brasileiras, bem como por uma importante vanguarda latino americana. Em um sentido, as conclusões equivocadas da revolução cubana esterilizaram as progressivas rupturas de quadros e militantes

[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Piada de Humor Negro: A Hidrelétrica que Corrêa não quer pagar está em pleno vapor!!Ode a picaretagem!?

Ela fornece 10% de toda a energia necessária àquele país! O Brasil está na mão de bos.tas, este Celso Amorim já deveria ter sido rebaixado a contínuo em qualquer país decente! Até Quando!? Por Rubens Barbosa Até quando? Parafraseando lorde Palmerston, primeiro-ministro e ministro do Exterior inglês na metade do século 19, a defesa do interesse brasileiro deveria ser o único objetivo do Ministério das Relações Exteriores. Ocasionalmente, pode ser apropriado adotar uma atitude magnânima, se essa for a única maneira de proteger nosso interesse, acrescentou Malcom Rifkind, ministro do Exterior britânico durante minha gestão à frente da Embaixada em Londres. A política externa brasileira na América do Sul parece ignorar esses princípios elementares. A compreensão, a solidariedade e a paciência estratégica levam à aceitação de qualquer atitude, mesmo hostil ou inamistosa, de nossos vizinhos. Esses atos são absorvidos com naturalidade em nome da diplomacia da generosidade, que parece não entender o efeito das transformações políticas, econômicas e sociais por que passa a região e a mudança de percepção em relação ao Brasil. A nova ênfase visando a privilegiar iniciativas bilaterais, dada a paralisia do processo de integração, vem apresentando parcos resultados: a generosidade não fez desaparecerem demandas, reservas, ressentimentos e, agora, está sendo utilizada para inflamar a opinião pública com ataques ao imperialismo brasileiro. O fato é que para preservar o processo de integração comercial, que, na realidade, só existe na retórica dos governantes sul-americanos, o Brasil aceitou, na Bolívia, a nacionalização das refinarias da Petrobrás e o aumento do preço do gás. Propôs o ingresso da Venezuela no Mercosul e agora tenta acomodar a falta de cooperação de Caracas para negociar as condições de seu ingresso. Aceita discutir com o Paraguai um tema tão sensível como Itaipu e observa sem maior reação as invasões de terras e os atentados à vida de fazendeiros brasileiros que vivem naquele país, promovidos pelo MST paraguaio, ajudado pelo MST brasileiro. Abúlicos, aceitamos que a Argentina imponha restrições a empresas brasileiras e ao comércio bilateral e reative acordo de salvaguardas, contrário às regras do Mercosul, que vai ser aplicado sem ter entrado em vigor no Brasil. Nos últimos dias, o Brasil colheu mais um resultado da política de generosidade. O governo do Equador, alegando irregularidades na construção de uma hidrelétrica, em ação desproporcional à importância da questão, decidiu expulsar duas empresas brasileiras (a companhia construtora e outra, estatal) e cancelar outros contratos que nada tinham que ver com o problema, solucionável por negociação ou arbitragem. Na ocasião, o presidente do Equador anunciou que não iria pagar o empréstimo tomado do BNDES, amortizado por meio dos bancos centrais da região. Seguindo a política de compreensão e de generosa boa vontade com nossos vizinhos, o Itamaraty a tudo assistiu sem esboçar reação na defesa da empresa, apenas adiou missão ministerial que iria abrir novos créditos para o Equador. Agora, o presidente Rafael Correa oficializou o calote da dívida. O Itamaraty finalmente reagiu, informando que "recebeu com preocupação" a notícia da decisão do governo equatoriano de impetrar juízo arbitral na Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional com vista a suspender o pagamento da dívida com o BNDES, relativa ao financiamento da hidrelétrica. No comunicado oficial da Chancelaria se reconhece, ingenuamente, que a decisão do governo equatoriano foi anunciada em evento público sem prévia consulta ou notificação ao governo brasileiro e que a natureza e a forma de adoção das medidas tomadas pelo governo do Equador não se coadunam com o espírito de diálogo, de amizade e de cooperação que caracteriza as relações entre o Brasil e o Equador. Para dar uma satisfação à opinião pública, cada vez mais crítica e impaciente com a maneira como as relações com nossos vizinhos vêm sendo mantidas, o Itamaraty chamou para consultas o embaixador em Quito. O gesto, mais simbólico do que efetivo, é um avanço nas posições adotadas até aqui, mas não representa uma mudança de posição. O aparente endurecimento da posição do governo brasileiro pode ser explicado mais pela irritação do presidente Lula, cuja imagem foi arranhada pelo desafio do líder equatoriano, do que por motivações de política externa. A Petrobrás, depois de ameaçada de expulsão, aceitou as condições impostas pelo Equador para assinar um novo contrato, sem nenhuma garantia de cumprimento. É possível prever que a reação do governo brasileiro se vai limitar à convocação do embaixador e que insista na retomada do diálogo sempre conciliador. Vamos ver se "o comércio bilateral vai acabar", como prometeu o Itamaraty, em arroubo retórico. A retirada do embaixador chega tarde e é muito pouco. Deveria ter sido a primeira providência quando o governo boliviano ocupou man

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